Muitos alunos têm visitado esta exposição, acompanhados por professores de várias disciplinas. A qualidade dos trabalhos, executados por alunos de Desenho A do 12.º F, tem suscitado acesos debates e profundas reflexões sobre temas tão importantes como a guerra, os direitos humanos, a política, a cidadania, entre outros.
Recentemente, a propósito do Dia Mundial da Liberdade (23 de janeiro), fizemos uma instalação de aves executadas em origami por alunos do 9.º D e do 9.º G, na disciplina de EV, a qual permitiu estabelecer entre as duas exposições algumas relações de sentido muito enriquecedoras.
Aqui ficam alguns dos textos produzidos pelos alunos, os quais derivam do seu olhar sobre os objetos artísticos observados e tendo como base as suas formas de perspetivar o mundo.
© Prof. Pedro Lopes (BESA)
Gabriela M. (9.º F)
As guerras põem os direitos humanos em causa. Ao evitarmos conflitos, ajudamos a alcançar a paz e o respeito pelos direitos humanos.
Margarida S.
A Guerra
A
guerra é o silêncio partido pelo som de explosões e gritos que ecoam no vazio.
Ela traz luto, desespero, vergonha, tristeza, etc. Os conflitos destroem lares
e apagam histórias.
Na imagem do quadro acima, podemos
observar pessoas a fugir, construções destruídas, soldados feridos e textos
sobre a guerra. Podemos presumir que o uso de cores escuras tenha sido para representar o luto pelas vítimas, a tristeza, o terror e o desespero que a
guerra nos traz. Ao ver este quadro, senti vergonha de nós, do ser humano, dos
atos que a nossa espécie comete, fez-me pensar no que tantas pessoas têm
passado e quão sufocador deve ser.
Os conflitos armados violam os
direitos humanos, tiram-nos o nosso lado racional e levam-nos a recorrer à
violência, pois o nosso instinto de sobrevivência fala mais alto. A guerra
prejudica de maneiras impensáveis a vida de alguém e não deveria ser nunca uma
opção.
Gabriela Alexandra M.
As guerras violam os direitos humanos. Isso evidencia a necessidade de evitar conflitos e garantir o respeito aos direitos humanos para alcançar a paz.
Íris (9.º H)
Guilherme K.
A guerra, em todas as suas formas, é uma das maiores tragédias da Humanidade. Ao longo da história, os conflitos armados têm deixado marcas profundas nas nações e nas vidas das pessoas. Quando pensamos na guerra, não podemos apenas focar nas batalhas ou nos territórios conquistados, mas nas consequências humanas que a acompanham. Cada conflito traz consigo um rasto de dor, destruição e perda. Famílias são separadas, vidas são perdidas e sonhos são desfeitos.
Pedro C. (9.º F)
A guerra é um método que utiliza a violência para disputar território ou outras coisas entre países ou no mesmo país e que ignora os Direitos Humanos dos envolvidos.
Nestes confrontos, nunca existe um país vencedor, pois todos os territórios são destruídos ou afetados. Estes conflitos provocam tristeza, medo e sofrimento aos inocentes; estes sentimentos e danos podem ser retratados, por exemplo, através da arte usando cores escuras que simulam a tristeza e destruição, como visto na exposição.
Nas guerras nunca existe apenas um culpado, porque todos os países contribuem para a destruição dos outros territórios. Além disso, nenhum país acaba por respeitar os Direitos Humanos das pessoas, podemos verificar isso, por exemplo, com os prisioneiros de guerra, massacres, entre outros.
Resumindo, a guerra só provoca sofrimento, tristeza e destruição, para além de quebrar todos os tipos de Direitos Humanos dos envolvidos.
Lara T. (9.º H)
Guerra e Direitos Humanos
Desde tempos imemoriais que a guerra
faz parte do quotidiano de muitos povos. Foi o meio usado por reis,
imperadores, ditadores e chefes de pequenos clãs, para conquistar a posse de
terras, expandir impérios e consolidar o poder absoluto, subjugando tudo e
todos aos seus interesses económicos ou, até por pura vaidade ou ganância.
Por definição, a guerra é um conflito
armado, de extrema violência, que pode ocorrer entre Estados, etnias, grupos
militares ou militarizados, milícias ou guerrilheiros.
Entendo que nada justifica uma
guerra, sejam interesses políticos, económicos ou religiosos, uma vez que a
mesma provoca muitas mortes e sofrimento, destruindo famílias e aniquilando a dignidade,
liberdade e auto determinação de homens, mulheres e crianças, em clara violação
dos direitos do homem há muito consagrados em legislação e tratados internacionais,
como a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas;
Para além das perdas humanas,
assistimos à destruição de vilas e cidades, infraestruturas rodoviárias,
monumentos classificados de interesse histórico, arrasando autênticos museus a
céu aberto e que nos foram deixados por antepassados.
Hoje, através dos noticiários da
televisão, chegam-nos imagens de destruição e sofrimento que, de tantas vezes
vistas, viraram banais e já quase não damos importância.
No nosso caso, como sempre vivemos em
paz, não conseguimos avaliar a vida daqueles que habitam territórios em
conflito, em que estão privados de tudo, como alimentação, água potável,
caminhar na rua em segurança, ir à escola ou à igreja.
Apesar de não existir conflito armado,
não quer dizer que também não existam conflitos, travamos “pequenas guerras”
ditadas pelo nosso ego, pela vontade de ter sempre mais e poder, ou pelo menos
tentar, ser superior aos outros para fazer vingar os nossos interesses, muitas
vezes egoístas.
Não se confunda poder com ambição de
chegarmos mais longe, através do nosso empenho na escola, na aposta na formação
para vingarmos no mundo do trabalho e da realização profissional e pessoal.
Acima de tudo, devemos ser jovens
empenhados em tornarmos o “nosso mundo” mais justo, menos desigual e feliz.
Que não desistamos de sonhar com um
mundo melhor, colocando os nossos dons a render, não os guardando só para nós,
contribuindo assim para o bem comum e da sociedade onde estamos inseridos.
Leonor R.
A exposição “Guerra ≠ Direitos
Humanos” é uma arte que observa a tristeza da guerra e das manifestações, por
exemplo.
O título da obra “Guerra ≠ Direitos Humanos” pode levar-nos à conclusão de que a guerra acaba com os nossos direitos, como por exemplo a liberdade. Também acaba com a nossa felicidade, acabando com a nossa família levando-a para a guerra. A guerra leva à morte de pessoas, feridos, sem abrigo e desaparecidos.
As artes apresentam cores escuras para mostrar a tristeza presente no mundo derivada das guerras e destruições, também para apresentar o medo e o luto. Também apresentam frases ao contrário pois as guerras metem o mundo “de cabeça para baixo” com os bombardeamentos e os incêndios, por exemplo.
Por baixo das artes é apresentado um manto preto com uma vela acesa simbolizando as perdas durante as guerras, mas também uma luz ao fundo do escuro para que as guerras acabem.
É uma obra muito associada ás guerras levando-nos a refletir sobre isso, apesar de não estarmos no meio das guerras; através das obras, conseguimos imaginar o que as pessoas lá passam.
O título da obra “Guerra ≠ Direitos Humanos” pode levar-nos à conclusão de que a guerra acaba com os nossos direitos, como por exemplo a liberdade. Também acaba com a nossa felicidade, acabando com a nossa família levando-a para a guerra. A guerra leva à morte de pessoas, feridos, sem abrigo e desaparecidos.
As artes apresentam cores escuras para mostrar a tristeza presente no mundo derivada das guerras e destruições, também para apresentar o medo e o luto. Também apresentam frases ao contrário pois as guerras metem o mundo “de cabeça para baixo” com os bombardeamentos e os incêndios, por exemplo.
Por baixo das artes é apresentado um manto preto com uma vela acesa simbolizando as perdas durante as guerras, mas também uma luz ao fundo do escuro para que as guerras acabem.
É uma obra muito associada ás guerras levando-nos a refletir sobre isso, apesar de não estarmos no meio das guerras; através das obras, conseguimos imaginar o que as pessoas lá passam.
Autor anónimo
Guerra = Destruição
A exposição que se situa na biblioteca quer demonstrar às
pessoas que a guerra apenas traz problemas e que viola os nossos direitos
humanos. Quando falamos de guerra, os pensamentos que nos vêm logo à
cabeça são a tristeza, o abandono, a morte, o medo e outros pensamentos
maus, como nos mostra a exposição representada pela arte, onde as cores usadas são escuras para
representar o luto, o medo e a tristeza.
Na exposição, há uma mesinha com uma vela ao centro em
representação das mortes, do luto vivido pelas famílias que perdem familiares
devido a guerra. Na maioria dos quadros da exposição, há frases escritas ao
contrário para nos demonstrarem que a guerra vem para virar as nossas vidas ao
contrário, vem destruir-nos a vida.
Também podemos observar uma mulher a chorar
sangue e com a boca tapada, com o objetivo de demonstrar a liberdade de
expressão que nos é tirada quando entramos em conflitos, pois a única coisa que alguns querem é ganhar a guerra e sair em vantagem, o problema é que enquanto uns só
pensam assim, os outros têm de fugir, abandonar e lutar pela sobrevivência.
A
guerra vem para nos tirar os nossos direitos humanos. Todos os quadros têm uma representação de alguma guerra que
já aconteceu ou está a acontecer neste momento. As pessoas deviam parar de resolver as coisas com conflitos - assim, além de não causarem destruição, conseguem resolver as coisas sem destruir
tudo, pois uma guerra é isso, apenas destruição.
Guerra ≠ Direitos Humanos
Os Direitos Humanos são os direitos básicos e
liberdades do ser humano e estão constantemente a ser violados pelas guerras e outros conflitos armados.
Em primeiro lugar, na obra, conseguimos observar
uma mulher, que tem a sua boca tapada e lágrimas de sangue a escorrerem-lhe
pelos olhos, o que que simboliza a opressão e a dor de todas as pessoas,
maioritariamente mulheres, que lutam todos os dias contra as desigualdades de
género e que têm de se manter em silêncio e em sofrimento.
Em segundo lugar, milhares de mulheres são
silenciadas e censuradas e não têm direito a dar a sua opinião em diversos
assuntos da atualidade. As mesmas também são criticadas por comportamentos e
atitudes, que, vindos de um homem, eram ditos “normais”.
As cores da obra são maioritariamente escuras, para
representar e transmitir sofrimento, luto, tristeza e constrangimento. Já a
vela representa a esperança de que a guerra acabe.
Para concluir, o respeito pelos Direitos Humanos
tem vindo a aumentar na nossa sociedade, no entanto também tem vindo a
regredir por causa dos conflitos e guerras.
Diana R.
A
violação dos Direitos Humanos
Por causa das guerras, dos conflitos e a
desigualdade de género, os direitos humanos são totalmente violados.
Essa violação resulta em que milhões de
pessoas sejam prejudicadas por isso. Os Direitos Humanos deveriam ser
respeitados pelo mundo todo, mas muitas vezes são ignorados geralmente por pessoas
de poder e grupos armados. Conflitos como a guerra na Ucrânia e na Palestina
geram mortes, destruição de habitações, deslocações e uma grande violação dos
Direitos Humanos. Nesses conflitos, as emoções visíveis são tristeza, medo,
desespero, morte e luto.
A liberdade das mulheres durante muitos anos
foi proibida. Os homens tinham poder sobre tudo. As mulheres lutaram muitos anos pelo direito ao voto e muitas eram presas. Em alguns
países, as mulheres não têm nenhum direito e só podem sair de casa acompanhadas
por um homem, não podem estudar nem trabalhar.
Muita gente está consciente das injustiças
e luta para que os direitos humanos sejam impostos. Devemos todos respeitar a
dignidade e a opinião de todas as pessoas para construirmos um mundo melhor e
mais pacífico.
Mélanie V.
Na guerra das trincheiras, houve muitas mortes, entre
doenças e bombardeios poucos saíram com sorte. Perda de pessoas na guerra,
pessoas feridas e desaparecidas. Em cada imagem podemos ver o sofrimento das
pessoas ao dizer « A guerra é só de Putin » e pode acabar com a
liberdade humana, há pessoas que não têm mais para onde ir. As cores escuras
nas artes significam luto, tristeza e destruição. O 25 de Abril é um
importante feriado, pois todo o povo deixou de ser maltratado e o símbolo da
liberdade tornou-se um cravo encarnado.
Mariana S.
Guerra ≠ Direitos Humanos
Os Direitos Humanos são os direitos básicos e liberdades do
ser humano e estão constantemente a ser violados pelas guerras e conflitos
armados.
Em primeiro lugar, na obra, conseguimos observar uma mulher,
que tem a sua boca tapada, e lágrimas de sangue a escorrer-lhe pelos olhos, que
simbolizam a opressão e a dor de todas as pessoas, maioritariamente mulheres, que
lutam todos os dias contra as desigualdades de género, e que têm de se manter em silêncio
e em sofrimento.
Em segundo lugar, milhares de mulheres são silenciadas e
censuradas e não têm direito a dar a sua opinião em diversos assuntos da atualidade. As
mesmas também são criticadas por comportamentos e atitudes, que vindos de um homem eram
ditos “normais”.
As cores da obra são maioritariamente escuras, para
representar e transmitir sofrimento, luto, tristeza e constrangimento. Já a vela representa a
esperança de que a guerra acabe.
Para concluir, o respeito pelos Direitos Humanos tem vindo a aumentar na nossa sociedade, no entanto também tem vindo a regredir por causa dos conflitos e guerras.
Diana R. (9.ºH)
Por causa das guerras, dos conflitos e a desigualdade de género, os direitos humanos são totalmenteA violação dos Direitos Humanos
violados.
Essa violação resulta em que milhões de pessoas sejam prejudicadas por isso. Os Direitos Humanos
deveriam ser respeitados pelo mundo todo, mas muitas vezes é ignorado geralmente por pessoas de poder e grupos armados. Conflitos como a guerra na Ucrânia e na Palestina geram mortes, destruição de habitações, deslocações e uma grande violação dos Direitos Humanos. Nesses conflitos, as emoções
visíveis são tristeza, medo, desespero, morte e luto.
A liberdade das mulheres durante muitos anos foi proibida. Os homens tinham poder sobre tudo. As
mulheres lutaram muitos anos pelo direito ao voto e muitas eram presas. Em alguns países, as mulheres não têm nenhum direito e só podem sair de casa acompanhadas por um homem, não podem estudar nem trabalhar.
Muita gente está consciente das injustiças e luta para que os direitos humanos sejam impostos. Devemos todos respeitar a dignidade e a opinião de todas as pessoas para construirmos um mundo melhor e mais pacífico.
Autor anónimo
Desde sempre, estes conflitos acontecem, por exemplo, para expandir o território de um país ou manter as terras já possuídas. Como demonstrado na exposição, as guerras provocam um clima de desespero, tristeza, sofrimento e de destruição nos países envolvidos. Em todos estes confrontos podemos observar a violação dos direitos humanos através dos ataques à população, destruição de estruturas, prisioneiros de guerra entre outros motivos.
Além disso, nas guerras não existem vencedores, todos os países saem prejudicados sendo por questões económicas, sociais e diversas outras. Como também nestes conflitos nunca há apenas um culpado, todos os envolvidos são responsáveis pelos estragos. Assim podemos concluir que as guerras ,como neste momento entre a Ucrânia e a Rússia, não permitem cumprir os direitos humanos de cada um e nunca são a melhor escolha para as decisões entre os países.
Leonor C. (9.ºH)
Na semana do dia mundial da liberdade, fomos visitar uma
exposição sobre a liberdade, guerra e os direitos humanos.
A guerra está, geralmente, associada à destruição, sofrimento, tristeza, desespero, violência enquanto que os direitos humanos pretendem proteger a dignidade, a liberdade e a vida de cada ser humano. No período em que há uma guerra, os direitos humanos, como o direito à vida, à liberdade e à segurança são postos em causa e até quebrados.
Os soldados, que estão na linha da frente, são os mais prejudicados no que diz respeito aos direitos humanos, desde serem obrigados a participar e a lutar em guerras que não foram eles que começaram, a falta de condições de segurança que muitas vezes os põem em risco.
Podemos concluir que, em países que estão em conflito, os direitos humanos não estão a ser cumpridos, ou seja, quando há guerra não há direitos humanos.
A guerra está, geralmente, associada à destruição, sofrimento, tristeza, desespero, violência enquanto que os direitos humanos pretendem proteger a dignidade, a liberdade e a vida de cada ser humano. No período em que há uma guerra, os direitos humanos, como o direito à vida, à liberdade e à segurança são postos em causa e até quebrados.
Os soldados, que estão na linha da frente, são os mais prejudicados no que diz respeito aos direitos humanos, desde serem obrigados a participar e a lutar em guerras que não foram eles que começaram, a falta de condições de segurança que muitas vezes os põem em risco.
Podemos concluir que, em países que estão em conflito, os direitos humanos não estão a ser cumpridos, ou seja, quando há guerra não há direitos humanos.
Maria João M.
Sob o manto negro que cobre a terra,
Avista-se a sombra da guerra.
Tons escuros tingem o céu, já sem cor,
Enquanto crianças carregam a dor.
Porquê começar uma guerra?
Porquê formar esta confusão?
Assim não podem tratar da terra,
Ponham no Putin um belo e puro coração.
É difícil acreditar,
Mas não vamos perder a esperança
Vamos todos tentar ajudar
Para termos uma bela mudança
Ninguém consegue imaginar
o que cada um sofreu pela guerra
Tantos sonhos perdidos,
Até sangue derramado pela terra.
Miguel G.
Matilde B. (9.º F)
A guerra é o maior reflexo da incapacidade humana de resolver conflitos sem violência. A guerra destrói vidas, comunidades e direitos. Não existe liberdade quando bombas caem, lares são despedaçados e famílias são forçadas a fugir do que construíram durante a sua vida inteira.
Guilherme (9.º F)
A guerra é uma das maiores tragédias do mundo. Ao passar dos anos, os conflitos armados deixam rastos de destruição, as pessoas não podem focar-se só na guerra, mas sim nas consequências no mundo. A cada conflito que vai acontecendo no mundo existem famílias e casas que são destruídas por causa da guerra.
Matilde C. (9.º H)
As imagens de um mundo em guerra!
O manto escuro, tudo sem cor fica.
O vazio e a dor!
Casas destruídas e campos secos, ouvem-se
Explosões, gritos e ecos!
Pessoas a correr e tentar fugir mas não
Sabem para onde ir, o medo, o pânico, a destruição
Instalam-se e surge a aflição!
Olhares tristes, infância roubada
brinquedos trocados por pó e nada
a guerra deixa memórias duras traumas
e cicatrizes escuras!
Contra os direitos humanos sem respeito,
sem escolha, sem liberdade assim nasce a guerra
com maldade por ordem daqueles que só têm crueldade!
Armas, canhões, metralhadoras nas mãos
dos homens tornam-se fatais!
Soldados feridos, histórias devastadoras e amigos
perdidos e a solidão a mais!
A vela acesa da esperança que nunca se apague,
que traga a paz e o perdão aqueça o mundo, una a nação!
Maria P. (9.º F)
Uma caixa diversa mas vazia
algo complexo mas profundo
o que seria ?
seria a arte, a pureza e a imaginação
da vida e da morte, que significa
o tudo e o nada.
A arte é tudo, é a vida
e a morte o que representa
podem ser diversas coisas
a vida
a morte
a história
o presente
o futuro
tudo é arte, até o mais visível
pode tornar-se invisível
mesmo simples ou complexo
continua a ser a maravilha
livros, quadros, tantas maneiras
de ser artistas e tão pouco
valorizadas, sempre presente
mas sempre invisível.
uma caixa colorida no exterior
e uma distopia no interior
a arte é explícita e oculta
os tons, os acessórios e a maneira
de se expressar conta uma vida,
sentimentos, emoções, a morte
e até mesmo a vida.
Tomás A. (9.º F)
Ah, a guerra
Que nem valoriza os direitos humanos
Que nem parece que estamos na terra (planeta)
A todos os responsáveis, são mais que malandros
Ah, a falta de noção
Continuamos assim desde a Guerra Fria
E que dizem que a confusão foi em vão
Mas ainda assim a gritaria e medo havia.
Ah, a falta de paz e solidariedade
É a falta de respeito em cada momento
É a inexistência do sorriso e de ajudar o próximo
É viver com o coração com piedade
Ah, a paz é a flor que cresce
No jardim do coração
Sem causar dor
Só União
Maria M. (9.º F)
Os tons escuros preenchem o céu
O sangue derramado foi deixado para trás
A felicidade desapareceu
Muitos foram audazes
Soldados já fracos lutaram até ao final
Nunca desistiram de Portugal
Sem terem nenhum sinal
Lutaram até ao seu estado terminal
Tantas guerras desnecessárias ocorreram
Tantas pessoas morreram
Tantas famílias se doeram
Mas eles não se renderam
Ana R. (9.º F)
A guerra e a voz
A guerra ataca, queima e destrói
e a vida das pessoas corrói.
Entre ruínas, escombros e fumaça
A guerra deixa um rasto de desgraça.
Os canhões ecoam sobre a Terra
e erguem bandeiras de guerra.
As gentes querem calar,
mas a coragem as faz gritar.
As palavras são armas fortes
que o medo não ameaça.
Não temem grades, nem mortes
e voam livres pela praça.
E mesmo que o sangue manche o papel
com as palavras se continua a lutar.
Por muito que a guerra seja cruel
Há sempre alguém disposto a falar.
Francisca F (9.º F)
A guerra é destrutiva!
Lembrarmo-nos do sofrimento do passado é importante para não cometermos os mesmos erros e permanecermos em paz.
Tomás C (9.º F)
As guerras fazem com que as pessoas fiquem cegas e destruam completamente a humanidade e os seus direitos. Muita destruição é feita por falta de comunicação entre as pessoas e acabam por destruir o ambiente, também.
Maria M.
A guerra
A guerra sempre foi algo presente na história do ser humano, com a 1.ª Guerra Mundial, a 2.ª Guerra Mundial, a guerra na Ucrânia, a guerra na faixa de Gaza, conflitos armados entre povos, ataques terroristas, entre muitos outros.
Acho que todos sabemos que a guerra desrespeita todos os direitos humanos, pois, no meio daquela confusão, o que realmente importa é sobreviver.
Nestes conflitos, não é só o país que fica destruído: pessoas perdem companheiros, familiares, amigos, milhares de crianças ficam órfãs, as cidades ficam destruídas, pessoas ficam sem um teto para se abrigar, adolescentes ficam traumatizados para o resto da vida, a cultura fica mais frágil.
Estes adolescentes nunca mais poderão ter uma vida normal sem ouvir barulhos altos e lembrarem-se imediatamente do que sofreram na sua adolescência. Agora a minha pergunta é por quê? Por quê matar milhares? Para um pouco mais de terreno? Para poder? Todas as pessoas têm direito à vida, algo consagrado na Constituição da República Portuguesa, no artigo 24.º, dizendo o seguinte: “Artigo 24.º, Direito à vida. N.º 1- A vida humana é inviolável. N.º 2- Em caso algum haverá pena de morte.”, no capítulo I, denominado de “Direitos, liberdades e garantias pessoais”.
Mariana F. (9.º F)
«Guerra ≠ Direitos humanos»
Uma guerra é o maior crime que o ser humano pode cometer. Ela é a incapacidade de solucionar problemas de forma pacífica e harmoniosa, levando ao uso de armas, que irão causar uma destruição profunda, não só de construções mas também das famílias que lá habitam. Estas famílias vêem-se obrigadas a fugir, se querem sobreviver, e muitas vezes não acabam completas. A guerra é a maior prova de que a Humanidade não aprende com o seu passado.
Esta exposição reflete a realidade de muitos seres humanos que veem a sua vida a desmoronar-se aos poucos; pelo contrário, quem origina os conflitos vê-se protegido de tudo o que lhe possa acontecer.
Mafalda C. (9.º F)
Guerra vs. Direitos Humanos
A Guerra é um problema
Desde sempre foi
Seja na Ucrânia ou no Irão
É importante acabar com esta maldição
A Paz deveria reinar
Por ela devemos diariamente lutar
Um espaço pela união
E ficarmos unidos por um só coração
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