quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

 Dia da Não Violência Escolar e da Paz nas escolas



Assinalou-se na nossa escola o Dia da Não Violência Escolar e da Paz nas escolas. Uma data que tem como propósito promover valores fundamentais como a empatia, tolerância, o respeito e a convivência pacífica no ambiente escolar.

Os alunos vestiram uma  peça de roupa branca e no intervalo das 10h, fizeram o CORDÃO DA AMIZADE!

 Todos juntos pela PAZ na nossa escola.





terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Exposição sobre os direitos humanos

      Muitos alunos têm visitado esta exposição, acompanhados por professores de várias disciplinas. A qualidade dos trabalhos, executados por alunos de Desenho A do 12.º F, tem suscitado acesos debates e profundas reflexões sobre temas tão importantes como a guerra, os direitos humanos, a política, a cidadania, entre outros.
      Recentemente, a propósito do Dia Mundial da Liberdade (23 de janeiro), fizemos uma instalação de aves executadas em origami por alunos do 9.º D e do 9.º G, na disciplina de EV, a qual permitiu estabelecer entre as duas exposições algumas relações de sentido muito enriquecedoras.
      Aqui ficam alguns dos textos produzidos pelos alunos, os quais derivam do seu olhar sobre os objetos artísticos observados e tendo como base as suas formas de perspetivar o mundo.

© Prof. Pedro Lopes (BESA)


Gabriela M. (9.º F)





     As guerras põem os direitos humanos em causa. Ao evitarmos conflitos, ajudamos a alcançar a paz e o respeito pelos direitos humanos.


Margarida S.


A Guerra

     A guerra é o silêncio partido pelo som de explosões e gritos que ecoam no vazio. Ela traz luto, desespero, vergonha, tristeza, etc. Os conflitos destroem lares e apagam histórias.  
       Na imagem do quadro acima, podemos observar pessoas a fugir, construções destruídas, soldados feridos e textos sobre a guerra. Podemos presumir que o uso de cores escuras tenha sido para representar o luto pelas vítimas, a tristeza, o terror e o desespero que a guerra nos traz. Ao ver este quadro, senti vergonha de nós, do ser humano, dos atos que a nossa espécie comete, fez-me pensar no que tantas pessoas têm passado e quão sufocador deve ser.
      Os conflitos armados violam os direitos humanos, tiram-nos o nosso lado racional e levam-nos a recorrer à violência, pois o nosso instinto de sobrevivência fala mais alto. A guerra prejudica de maneiras impensáveis a vida de alguém e não deveria ser nunca uma opção.

Gabriela Alexandra M.

       As guerras violam os direitos humanos. Isso evidencia a necessidade de evitar conflitos e garantir o respeito aos direitos humanos para alcançar a paz.


Íris (9.º H)





Guilherme K.

    A guerra, em todas as suas formas, é uma das maiores tragédias da Humanidade. Ao longo da história, os conflitos armados têm deixado marcas profundas nas nações e nas vidas das pessoas.                 Quando pensamos na guerra, não podemos apenas focar nas batalhas ou nos territórios conquistados, mas nas consequências humanas que a acompanham. Cada conflito traz consigo um rasto de dor, destruição e perda. Famílias são separadas, vidas são perdidas e sonhos são desfeitos.

Pedro C. (9.º F)



      A guerra é um método que utiliza a violência para disputar território ou outras coisas entre países ou no mesmo país e que ignora os Direitos Humanos dos envolvidos.
Nestes confrontos, nunca existe um país vencedor, pois todos os territórios são destruídos ou afetados. Estes conflitos provocam tristeza, medo e sofrimento aos inocentes; estes sentimentos e danos podem ser retratados, por exemplo, através da arte usando cores escuras que simulam a tristeza e destruição, como visto na exposição.
     Nas guerras nunca existe apenas um culpado, porque todos os países contribuem para a destruição dos outros territórios. Além disso, nenhum país acaba por respeitar os Direitos Humanos das pessoas, podemos verificar isso, por exemplo, com os prisioneiros de guerra, massacres, entre outros.
     Resumindo, a guerra só provoca sofrimento, tristeza e destruição, para além de quebrar todos os tipos de Direitos Humanos dos envolvidos.

Lara T. (9.º H)


Guerra e Direitos Humanos

Desde tempos imemoriais que a guerra faz parte do quotidiano de muitos povos. Foi o meio usado por reis, imperadores, ditadores e chefes de pequenos clãs, para conquistar a posse de terras, expandir impérios e consolidar o poder absoluto, subjugando tudo e todos aos seus interesses económicos ou, até por pura vaidade ou ganância.
       Por definição, a guerra é um conflito armado, de extrema violência, que pode ocorrer entre Estados, etnias, grupos militares ou militarizados, milícias ou guerrilheiros.
Entendo que nada justifica uma guerra, sejam interesses políticos, económicos ou religiosos, uma vez que a mesma provoca muitas mortes e sofrimento, destruindo famílias e aniquilando a dignidade, liberdade e auto determinação de homens, mulheres e crianças, em clara violação dos direitos do homem há muito consagrados em legislação e tratados internacionais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas;
     Para além das perdas humanas, assistimos à destruição de vilas e cidades, infraestruturas rodoviárias, monumentos classificados de interesse histórico, arrasando autênticos museus a céu aberto e que nos foram deixados por antepassados.
    Hoje, através dos noticiários da televisão, chegam-nos imagens de destruição e sofrimento que, de tantas vezes vistas, viraram banais e já quase não damos importância.
No nosso caso, como sempre vivemos em paz, não conseguimos avaliar a vida daqueles que habitam territórios em conflito, em que estão privados de tudo, como alimentação, água potável, caminhar na rua em segurança, ir à escola ou à igreja.
    Apesar de não existir conflito armado, não quer dizer que também não existam conflitos, travamos “pequenas guerras” ditadas pelo nosso ego, pela vontade de ter sempre mais e poder, ou pelo menos tentar, ser superior aos outros para fazer vingar os nossos interesses, muitas vezes egoístas. 
    Não se confunda poder com ambição de chegarmos mais longe, através do nosso empenho na escola, na aposta na formação para vingarmos no mundo do trabalho e da realização profissional e pessoal.
    Acima de tudo, devemos ser jovens empenhados em tornarmos o “nosso mundo” mais justo, menos desigual e feliz.
   Que não desistamos de sonhar com um mundo melhor, colocando os nossos dons a render, não os guardando só para nós, contribuindo assim para o bem comum e da sociedade onde estamos inseridos.


Leonor R.

    A exposição “Guerra ≠ Direitos Humanos” é uma arte que observa a tristeza da guerra e das manifestações, por exemplo.
     O título da obra “Guerra ≠ Direitos Humanos” pode levar-nos à conclusão de que a guerra acaba com os nossos direitos, como por exemplo a liberdade. Também acaba com a nossa felicidade, acabando com a nossa família levando-a para a guerra. A guerra leva à morte de pessoas, feridos, sem abrigo e desaparecidos.
     As artes apresentam cores escuras para mostrar a tristeza presente no mundo derivada das guerras e destruições, também para apresentar o medo e o luto. Também apresentam frases ao contrário pois as guerras metem o mundo “de cabeça para baixo” com os bombardeamentos e os incêndios, por exemplo.
   Por baixo das artes é apresentado um manto preto com uma vela acesa simbolizando as perdas durante as guerras, mas também uma luz ao fundo do escuro para que as guerras acabem.
    É uma obra muito associada ás guerras levando-nos a refletir sobre isso, apesar de não estarmos no meio das guerras; através das obras, conseguimos imaginar o que as pessoas lá passam.

Autor anónimo

Guerra = Destruição 

      A exposição que se situa na biblioteca quer demonstrar às pessoas que a guerra apenas traz problemas e que viola os nossos direitos humanos. Quando falamos de guerra, os pensamentos que nos vêm logo à cabeça são a tristeza, o abandono, a morte, o medo e outros pensamentos maus, como nos mostra a exposição representada pela arte, onde as cores usadas são escuras para representar o luto, o medo e a tristeza. 
      Na exposição, há uma mesinha com uma vela ao centro em representação das mortes, do luto vivido pelas famílias que perdem familiares devido a guerra. Na maioria dos quadros da exposição, há frases escritas ao contrário para nos demonstrarem que a guerra vem para virar as nossas vidas ao contrário, vem destruir-nos a vida. 
      Também podemos observar uma mulher a chorar sangue e com a boca tapada, com o objetivo de demonstrar a liberdade de expressão que nos é tirada quando entramos em conflitos, pois a única coisa que alguns querem é ganhar a guerra e sair em vantagem, o problema é que enquanto uns só pensam assim, os outros têm de fugir, abandonar e lutar pela sobrevivência. 
      A guerra vem para nos tirar os nossos direitos humanos. Todos os quadros têm uma representação de alguma guerra que já aconteceu ou está a acontecer neste momento. As pessoas deviam parar de resolver as coisas com conflitos - assim, além de não causarem destruição, conseguem resolver as coisas sem destruir tudo, pois uma guerra é isso, apenas destruição.

Autor anónimo

      A guerra destrói não apenas vidas e lares, mas também a dignidade humana, a liberdade e os direitos fundamentais. Lembrar o sofrimento do passado é essencial para valorizar a paz, lutar pela justiça e construir um futuro onde a Humanidade prevaleça sobre a violência.

Mariana S.




Guerra ≠ Direitos Humanos

   Os Direitos Humanos são os direitos básicos e liberdades do ser humano e estão constantemente a ser violados pelas guerras e outros conflitos armados. 
   Em primeiro lugar, na obra, conseguimos observar uma mulher, que tem a sua boca tapada e lágrimas de sangue a escorrerem-lhe pelos olhos, o que que simboliza a opressão e a dor de todas as pessoas, maioritariamente mulheres, que lutam todos os dias contra as desigualdades de género e que têm de se manter em silêncio e em sofrimento. 
   Em segundo lugar, milhares de mulheres são silenciadas e censuradas e não têm direito a dar a sua opinião em diversos assuntos da atualidade. As mesmas também são criticadas por comportamentos e atitudes, que, vindos de um homem, eram ditos “normais”. 
   As cores da obra são maioritariamente escuras, para representar e transmitir sofrimento, luto, tristeza e constrangimento. Já a vela representa a esperança de que a guerra acabe.
   Para concluir, o respeito pelos Direitos Humanos tem vindo a aumentar na nossa sociedade, no entanto também tem vindo a regredir por causa dos conflitos e guerras. 



Diana R.



A violação dos Direitos Humanos

     Por causa das guerras, dos conflitos e a desigualdade de género, os direitos humanos são totalmente violados.
     Essa violação resulta em que milhões de pessoas sejam prejudicadas por isso. Os Direitos Humanos deveriam ser respeitados pelo mundo todo, mas muitas vezes são ignorados geralmente por pessoas de poder e grupos armados. Conflitos como a guerra na Ucrânia e na Palestina geram mortes, destruição de habitações, deslocações e uma grande violação dos Direitos Humanos. Nesses conflitos, as emoções visíveis são tristeza, medo, desespero, morte e luto.
    A liberdade das mulheres durante muitos anos foi proibida. Os homens tinham poder sobre tudo. As mulheres lutaram muitos anos pelo direito ao voto e muitas eram presas. Em alguns países, as mulheres não têm nenhum direito e só podem sair de casa acompanhadas por um homem, não podem estudar nem trabalhar.
    Muita gente está consciente das injustiças e luta para que os direitos humanos sejam impostos. Devemos todos respeitar a dignidade e a opinião de todas as pessoas para construirmos um mundo melhor e mais pacífico.


Mélanie V.



      Na guerra das trincheiras, houve muitas mortes, entre doenças e bombardeios poucos saíram com sorte. Perda de pessoas na guerra, pessoas feridas e desaparecidas. Em cada imagem podemos ver o sofrimento das pessoas ao dizer « A guerra é só de Putin » e pode acabar com a liberdade humana, há pessoas que não têm mais para onde ir. As cores escuras nas artes significam luto, tristeza e destruição. O 25 de Abril é um importante feriado, pois todo o povo deixou de ser maltratado e o símbolo da liberdade tornou-se um cravo encarnado.

Mariana S.



Guerra ≠ Direitos Humanos
     Os Direitos Humanos são os direitos básicos e liberdades do ser humano e estão constantemente a ser violados pelas guerras e conflitos armados.
     Em primeiro lugar, na obra, conseguimos observar uma mulher, que tem a sua boca tapada, e lágrimas de sangue a escorrer-lhe pelos olhos, que simbolizam a opressão e a dor de todas as pessoas, maioritariamente mulheres, que lutam todos os dias contra as desigualdades de género, e que têm de se manter em silêncio e em sofrimento.
     Em segundo lugar, milhares de mulheres são silenciadas e censuradas e não têm direito a dar a sua opinião em diversos assuntos da atualidade. As mesmas também são criticadas por comportamentos e atitudes, que vindos de um homem eram ditos “normais”.
     As cores da obra são maioritariamente escuras, para representar e transmitir sofrimento, luto, tristeza e constrangimento. Já a vela representa a esperança de que a guerra acabe.
     Para concluir, o respeito pelos Direitos Humanos tem vindo a aumentar na nossa sociedade, no entanto também tem vindo a regredir por causa dos conflitos e guerras.


Diana R. (9.ºH)

A violação dos Direitos Humanos

     Por causa das guerras, dos conflitos e a desigualdade de género, os direitos humanos são totalmente
violados.
     Essa violação resulta em que milhões de pessoas sejam prejudicadas por isso. Os Direitos Humanos
deveriam ser respeitados pelo mundo todo, mas muitas vezes é ignorado geralmente por pessoas de poder e grupos armados. Conflitos como a guerra na Ucrânia e na Palestina geram mortes, destruição de habitações, deslocações e uma grande violação dos Direitos Humanos. Nesses conflitos, as emoções
visíveis são tristeza, medo, desespero, morte e luto.
     A liberdade das mulheres durante muitos anos foi proibida. Os homens tinham poder sobre tudo. As
mulheres lutaram muitos anos pelo direito ao voto e muitas eram presas. Em alguns países, as mulheres não têm nenhum direito e só podem sair de casa acompanhadas por um homem, não podem estudar nem trabalhar.
     Muita gente está consciente das injustiças e luta para que os direitos humanos sejam impostos. Devemos todos respeitar a dignidade e a opinião de todas as pessoas para construirmos um mundo melhor e mais pacífico.

Autor anónimo

     Nas obras da exposição é retratada a realidade das guerras entre países e o desprezo dos direitos humanos.


     Desde sempre, estes conflitos acontecem, por exemplo, para expandir o território de um país ou manter as terras já possuídas. Como demonstrado na exposição, as guerras provocam um clima de desespero, tristeza, sofrimento e de destruição nos países envolvidos. Em todos estes confrontos podemos observar a violação dos direitos humanos através dos ataques à população, destruição de estruturas, prisioneiros de guerra entre outros motivos.
     Além disso, nas guerras não existem vencedores, todos os países saem prejudicados sendo por questões económicas, sociais e diversas outras. Como também nestes conflitos nunca há apenas um culpado, todos os envolvidos são responsáveis pelos estragos. Assim podemos concluir que as guerras ,como neste momento entre a Ucrânia e a Rússia, não permitem cumprir os direitos humanos de cada um e nunca são a melhor escolha para as decisões entre os países.

Leonor C. (9.ºH)

    Na semana do dia mundial da liberdade, fomos visitar uma exposição sobre a liberdade, guerra e os direitos humanos.
    A guerra está, geralmente, associada à destruição, sofrimento, tristeza, desespero, violência enquanto que os direitos humanos pretendem proteger a dignidade, a liberdade e a vida de cada ser humano. No período em que há uma guerra, os direitos humanos, como o direito à vida, à liberdade e à segurança são postos em causa e até quebrados.
    Os soldados, que estão na linha da frente, são os mais prejudicados no que diz respeito aos direitos humanos, desde serem obrigados a participar e a lutar em guerras que não foram eles que começaram, a falta de condições de segurança que muitas vezes os põem em risco.
    Podemos concluir que, em países que estão em conflito, os direitos humanos não estão a ser cumpridos, ou seja, quando há guerra não há direitos humanos.

Maria João M.

Sob o manto negro que cobre a terra, 
Avista-se a sombra da guerra.
Tons escuros tingem o céu, já sem cor, 
Enquanto crianças carregam a dor.

Porquê começar uma guerra?
Porquê formar esta confusão?
Assim não podem tratar da terra,
Ponham no Putin um belo e puro coração.

É difícil acreditar,
Mas não vamos perder a esperança
Vamos todos tentar ajudar
Para termos uma bela mudança

Ninguém consegue imaginar
o que cada um sofreu pela guerra
Tantos sonhos perdidos,
Até sangue derramado pela terra.



Miguel G.





Matilde B. (9.º F)

     A guerra é o maior reflexo da incapacidade humana de resolver conflitos sem violência. A guerra  destrói vidas, comunidades e direitos. Não existe liberdade quando bombas caem, lares são despedaçados e famílias são forçadas a fugir do que construíram durante a sua vida inteira. 


Guilherme (9.º F)

     A guerra é uma das maiores tragédias do mundo. Ao passar dos anos, os conflitos armados deixam rastos de destruição, as pessoas não podem focar-se só na guerra, mas sim nas consequências no mundo. A cada conflito que vai acontecendo no mundo existem famílias e casas que são destruídas por causa da guerra.


Matilde C. (9.º H)


As imagens de um mundo em guerra!

O manto escuro, tudo sem cor fica.
O vazio e a dor!
Casas destruídas e campos secos, ouvem-se
Explosões, gritos e ecos!
Pessoas a correr e tentar fugir mas não
Sabem para onde ir, o medo, o pânico, a destruição
Instalam-se e surge a aflição!
Olhares tristes, infância roubada
brinquedos trocados por pó e nada
a guerra deixa memórias duras traumas
e cicatrizes escuras!
Contra os direitos humanos sem respeito,
sem escolha, sem liberdade assim nasce a guerra
com maldade por ordem daqueles que só têm crueldade!
Armas, canhões, metralhadoras nas mãos
dos homens tornam-se fatais!
Soldados feridos, histórias devastadoras e amigos
perdidos e a solidão a mais!
A vela acesa da esperança que nunca se apague,
que traga a paz e o perdão aqueça o mundo, una a nação!


Maria P. (9.º F)


Uma caixa diversa mas vazia
algo complexo mas profundo
o que seria ?
seria a arte, a pureza e a imaginação
da vida e da morte, que significa
o tudo e o nada.
A arte é tudo, é a vida
e a morte o que representa
podem ser diversas coisas
a vida
a morte
a história
o presente
o futuro
tudo é arte, até o mais visível
pode tornar-se invisível
mesmo simples ou complexo
continua a ser a maravilha
livros, quadros, tantas maneiras
de ser artistas e tão pouco
valorizadas, sempre presente
mas sempre invisível.
uma caixa colorida no exterior
e uma distopia no interior
a arte é explícita e oculta
os tons, os acessórios e a maneira
de se expressar conta uma vida,
sentimentos, emoções, a morte
e até mesmo a vida.


Tomás A. (9.º F)


Ah, a guerra
Que nem valoriza os direitos humanos
Que nem parece que estamos na terra (planeta)
A todos os responsáveis, são mais que malandros

Ah, a falta de noção
Continuamos assim desde a Guerra Fria
E que dizem que a confusão foi em vão
Mas ainda assim a gritaria e medo havia.

Ah, a falta de paz e solidariedade
É a falta de respeito em cada momento
É a inexistência do sorriso e de ajudar o próximo
É viver com o coração com piedade

Ah, a paz é a flor que cresce
No jardim do coração
Sem causar dor
Só União

Maria M. (9.º F)


Os tons escuros preenchem o céu
O sangue derramado foi deixado para trás
A felicidade desapareceu
Muitos foram audazes

Soldados já fracos lutaram até ao final
Nunca desistiram de Portugal
Sem terem nenhum sinal
Lutaram até ao seu estado terminal

Tantas guerras desnecessárias ocorreram
Tantas pessoas morreram
Tantas famílias se doeram
Mas eles não se renderam


Ana R. (9.º F)


A guerra e a voz

A guerra ataca, queima e destrói
e a vida das pessoas corrói.
Entre ruínas, escombros e fumaça
A guerra deixa um rasto de desgraça.

Os canhões ecoam sobre a Terra
e erguem bandeiras de guerra.
As gentes querem calar,
mas a coragem as faz gritar.

As palavras são armas fortes
que o medo não ameaça.
Não temem grades, nem mortes
e voam livres pela praça.

E mesmo que o sangue manche o papel
com as palavras se continua a lutar.
Por muito que a guerra seja cruel
Há sempre alguém disposto a falar.

Francisca F (9.º F)

A guerra é destrutiva!
Lembrarmo-nos do sofrimento do passado é importante para não cometermos os mesmos erros e permanecermos em paz.


Tomás C (9.º F)

As guerras fazem com que as pessoas fiquem cegas e destruam completamente a humanidade e os seus direitos. Muita destruição é feita por falta de comunicação entre as pessoas e acabam por destruir o ambiente, também


Maria M. 



A guerra

      A guerra sempre foi algo presente na história do ser humano, com a 1.ª Guerra Mundial, a 2.ª Guerra Mundial, a guerra na Ucrânia, a guerra na faixa de Gaza, conflitos armados entre povos, ataques terroristas, entre muitos outros.
      Acho que todos sabemos que a guerra desrespeita todos os direitos humanos, pois, no meio daquela confusão, o que realmente importa é sobreviver. 
    Nestes conflitos, não é só o país que fica destruído: pessoas perdem companheiros, familiares, amigos, milhares de crianças ficam órfãs, as cidades ficam destruídas, pessoas ficam sem um teto para se abrigar, adolescentes ficam traumatizados para o resto da vida, a cultura fica mais frágil. 
      Estes adolescentes nunca mais poderão ter uma vida normal sem ouvir barulhos altos e lembrarem-se imediatamente do que sofreram na sua adolescência. Agora a minha pergunta é por quê? Por quê matar milhares? Para um pouco mais de terreno? Para poder? Todas as pessoas têm direito à vida, algo consagrado na Constituição da República Portuguesa, no artigo 24.º, dizendo o seguinte: “Artigo 24.º, Direito à vida. N.º 1- A vida humana é inviolável. N.º 2- Em caso algum haverá pena de morte.”, no capítulo I, denominado de “Direitos, liberdades e garantias pessoais”.


Mariana F. (9.º F)


«Guerra ≠ Direitos humanos»

     Uma guerra é o maior crime que o ser humano pode cometer. Ela é a incapacidade de solucionar problemas de forma pacífica e harmoniosa, levando ao uso de armas, que irão causar uma destruição profunda, não só de construções mas também das famílias que lá habitam. Estas famílias vêem-se obrigadas a fugir, se querem sobreviver, e muitas vezes não acabam completas. A guerra é a maior prova de que a Humanidade não aprende com o seu passado. 
    Esta exposição reflete a realidade de muitos seres humanos que veem a sua vida a desmoronar-se aos poucos; pelo contrário, quem origina os conflitos vê-se protegido de tudo o que lhe possa acontecer.


Mafalda C. (9.º F)

Guerra vs. Direitos Humanos

A Guerra é um problema
Desde sempre foi
Seja na Ucrânia ou no Irão
É importante acabar com esta maldição

A Paz deveria reinar
Por ela devemos diariamente lutar
Um espaço pela união
E ficarmos unidos por um só coração











 







sábado, 18 de janeiro de 2025

 Dia Internacional do Riso 

 O Dia Internacional do Riso celebra-se (com alegria) a 18 de janeiro.

Este dia chama a atenção para a importância de rir. O riso é um comportamento humano que traz bem-estar às pessoas. Por isso, neste dia devemos rir muito na companhia dos amigos, família ou sozinhos.

Vamos RIR muito hoje e sempre!



sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

 

Concurso de Leituras no Douro, Tâmega e Sousa

Fase Escolar



Realizou-se hoje, nas Bibliotecas Escolares, o 1º momento do Concurso de Leituras no Douro, Tâmega. Este concurso, promovido pelas bibliotecas municipais  e pelas bibliotecas escolares da região do Douro, Tâmega e Sousa, tem como objetivos estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral nos alunos e, a sua realização resulta de uma parceria entre a BE e os professores de Português.

Os alunos inscritos participaram com muito interesse e empenho e demonstraram um conhecimento muito preciso e completo sobre as obras lidas. De acordo com o regulamento, foram apurados três alunos por ciclo para representar o Agrupamento de Escolas de Alpendorada na fase municipal, que decorrerá nos dias 24 e 25 de fevereiro.

A todos os concorrentes será atribuído um certificado de participação.

Muitos parabéns a todos e boas LEITURAS!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

 

Centenário do nascimento

de Alexandre O’Neill


Os alunos assinalaram o centenário do nascimento de Alexandre O’Neill com a ilustração de um poema do poeta, tendo em conta a interpretação que a leitura do mesmo lhes suscitou. As ilustrações encontram-se expostas na Biblioteca.





segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

 Problema do Mês de janeiro

Sabias que o problema do mês de janeiro já está disponível?
Vai à tua biblioteca e participa!!!



 POSTAIS DE NATAL

Os alunos do 3.º ciclo realizaram Postais de Natal, no âmbito da disciplina de Francês.

Os Postais estão muito bonitos e podem ser apreciados nas bibliotecas  da EB e da Secundária até ao dia 20 de janeiro! 
Passa por lá!






EQUITERRA Aqui

  De 03 a 13 de novembro, esteve patente na Biblioteca da Escola Secundária a exposição itinerante  EQUITERRA,  da autoria da UN Women.     ...